14 de junho, 2021

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Ayumi Supermercados adota QR Code e contactless

Imagem: rawpixel.com - br.freepik.com

A pandemia empurrou o mundo para o futuro. Desafiada sem trégua, a tecnologia correu em paralelo para curar as dores de empresas, encurtar as distâncias, tornar a vida mais segura.

As novas necessidades provocadas pelo isolamento social impactaram diretamente o varejo e, nesse cenário, os novos meios de pagamentos sinalizaram a possibilidade de driblar dificuldades.

Os supermercados também entraram na ciranda. É o caso do Ayumi Supermercados, que adotou QR Code, carteira digital, pagamento contactless e o Pix, desde o lançamento no mercado.

Os cuidados com a segurança são basicamente os mesmos que a rede já toma em outras tecnologias. O grande avanço do Ayumi foi migrar toda a estrutura de autorização para a nuvem. “Deixamos sob responsabilidade de quem realmente tem expertise e domínio de todo o contexto de ponta a ponta, tornando tudo mais seguro e sempre atualizado”, conta Luciano Thomé, gerente de TI.

Há muitas vantagens nas novas opções. Desde que sejam implantadas e utilizadas com cuidado. “No Brasil, o quesito segurança é um ponto de preocupação, pois o país é vice-campeão em fraudes”, afirma o fundador e co-CEO da Shipay, Charles Hagler, com 20 anos de consultoria em estratégia, inovação e transformação digital.

Acompanhe, a seguir, os principais pontos de atenção e dicas para fazer uso da tecnologia preservando a segurança da operação.

1 – Prefira sistemas integrados à instituição financeira. Os dados são criptografados. O QR Code aparece na própria tela do caixa, gerado com o valor da transação travado; por isso, não há como o cliente errar ou fraudar. A confirmação online também é buscada junto à instituição financeira em tempo real. “Na prática, a pessoa não tem como fingir que pagou, e a confirmação vem na tela do caixa também”, explica Hagler.

2 – Atenção ao QR Code estático. O especialista aponta possíveis golpes:

  • O fraudador pode colar um QR Code falso sobre o que foi impresso na loja. Até a falcatrua ser notada, o dinheiro já caiu em outra conta. O cliente que tem de digitar o valor da compra e, se for mal-intencionado, pode errar e fraudar nesse intervalo.
  • É comum o varejista confiar no próprio consumidor, que mostra a tela comprovando o pagamento, o que abre um espaço grande para certos tipos de fraude. Se ele comprar um mesmo produto no dia seguinte, por exemplo, é só mostrar o print screendo comprovante anterior.

3 – Fixe a placa com o QR Code com discrição. Escolha um lugar onde o cliente não tenha acesso direto, que seja mais reservado, por exemplo, atrás do balcão. Ao fechar a transação, veja se o valor foi digitado corretamente.

4 – Ofereça segurança ao cliente. Cheque a empresa parceira. Leia termos de uso, políticas de privacidade. “O cliente também precisa sentir segurança no meio de pagamento do seu supermercado”, lembra Ingrid Barth, vice-presidente da Associação Brasileira de Startups (Abstartups).

 

https://supervarejo.com.br/materias/ayumi-supermercados-adota-qr-code-carteira-digital-e-contactless

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