27 de setembro, 2020

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Calçada será liberada para bares do Centro de São Paulo

Por Agência Brasil, agência de notícias da Empresa Brasileira de Comunicação.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse nesta quarta-feira, 5/08, que vai iniciar um projeto piloto na capital paulista para que bares e restaurantes possam colocar mesas nas calçadas.

Os testes serão feitos nas ruas Major Sertório, Bento Freitas, José Paulo Mantovan Freire e General Jardim, localizadas na região da República, no centro da cidade. O decreto será publicado nesta quinta-feira, 6/08 no Diário Oficial do Estado.

As mesas que ficarem nas ruas poderão comportar, no máximo, quatro pessoas, e deverão estar identificadas com os nomes do restaurante responsável.

Elas também deverão estar distantes uma da outra e respeitar a largura mínima de 1,20 metro de faixa livre para circulação de pedestres. Será proibido o atendimento de pessoas que estejam em pé.

Os parklets, espaços públicos de convivência situados em local antes destinado ao estacionamento de veículos e em esquinas, poderão ser utilizados para o atendimento.

O projeto será avaliado por quatro semanas após sua implementação. Caso dê certo, a ideia poderá ser levada para outras regiões da cidade.

“Eles (comerciantes) estão sabendo do risco que eles correm de fazer um investimento e eventualmente, daqui a alguns dias, a Vigilância Sanitária entender que não deu certo e é preciso retroceder. Da mesma forma que se der certo nós vamos poder ampliar esse tipo e esse exemplo em toda cidade de São Paulo”, disse o prefeito, em coletiva à imprensa.

Segundo a administração municipal, o objetivo da proposta é fomentar as medidas de distanciamento social e criar alternativas para geração de renda a esses estabelecimentos.  A ideia é tentar contornar a limitação de público imposta pela quarentena a esses estabelecimentos. Como a capital está na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo, os bares e restaurantes podem abrir com limitação de 40% de sua capacidade. Estes estabelecimentos também têm limite de tempo de funcionamento, no máximo seis horas.

O projeto-piloto é inspirado na ocupação de espaços externos de outras capitais do mundo, tais como Paris e Nova York. De acordo com Bruno Covas, não haverá investimento público no projeto.

 

IMAGEM: Tânia Rego/Agência Brasil

https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/calcada-sera-liberada-para-bares-do-centro-de-sao-paulo

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